O Mais Você, da Rede Globo, veiculou matéria sobre Self-Healing (autocura) no programa de hoje (25/06), apresentado por Ana Maria Braga.

Foi mostrado o menino Beny Mansur, de 10 anos, que perdeu praticamente toda a visão do olho direito e ficou com apenas 20% da capacidade do olho esquerdo.

A terapeuta de Beny, Maria Fernanda Leite Ribeiro, explicou como o garoto conseguiu reverter grande parte da perda visual.

No estúdio, Ana Maria Braga entrevistou Sylvia Lakeland, uma ex-executiva que ao perder a visão procurou pelo método e se tornou uma divulgadora do tratamento.

A pauta foi uma sugestão da equipe da Baruco Comunicação Estratégica, pela divulgação do workshop de Self-Healing realizado no Brasil pela ABSH (Associação Brasileira de Self-Healing), ministrado pelo fundador do método, o ucraniano Meir Schneider.

Veja a matéria no link a seguir

http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1207237-10344,00.html

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RECEITA DE BOLO DE FUBÁ

junho 19, 2009

 

Como o fubá é muito utilizado para fazer bolos e estamos na época das festas juninas no Brasil. E como fomos taxados de “cozinheiros”, aproveitamos para “comemorar” o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo.

INGREDIENTES

  • 800 ovos (bem vendidos)
  •  100 xícaras de chá de fubá (não seja contra…)
  •  200 xícaras de chá de açúcar (não julgue!) 
  • 200 xícaras de chá de trigo (atendendo a pedidos) 
  • 300 colheres de sopa de margarina (bom para os escorregadios) 
  • 1000 xícaras de chá de leite (convertei meu leite em fel, conforme indicação de Lady Macbeth) 
  • 400 colheres de chá de fermento (para crescer bem ao gosto do freguês, sem questionar)

Entendeu? Bom, ainda temos que observar o art.5º IX da Constituição Brasileira:  é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

Intelectual e científica também? Advogados se utilizam (ou deveriam) da atividade intelectual e médicos da ciência. Por ora, penso que poderiam desobrigá-los a ter diploma também…

Para finalizar, aos caros JORNALISTAS, mais sobre o tema “culinária” e “cozinheiro”:

Chefs discutem o futuro da gastronomia (1)

Sim, vamos ver como fica o futuro da gastronomia. Do jornalismo a gente já sabe…

 Por Ricardo Berlitz

A Manufactura de Propaganda está veiculando sua primeira campanha para a UNIUBE – Universidade de Uberada, em que utiliza as ações sociais da Instituição para mostrar a grandiosidade e qualidade de seus projetos.

Veja mais informações no link http://www.baruco.com.br/blog/rel_uniube_1.pdf e imagem de um dos anúncios.

anúncio Manufactura - midia impressa

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Sobre revistas femininas

junho 16, 2009

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Acompanhe duas matérias abordando o segmento de planos de saúde, publicadas esta semana pelo Estado de S. Paulo e Agora São Paulo. Ambas as matérias utilizaram o economista e consultor na área de saúde suplementar, Pedro Fazio, cliente da Baruco.

A primeira noticia aborda os riscos dos planos alternativos e a segunda dá dicas de como escolher o plano de saúde, mediante o enxugamento de opções do mercado.

 

Confira:

Fabiane Leite para o Grupo Estado

Luciana Lazarini para o Agora São Paulo

Falta de representação, má fé e apelo social que atrapalham o desenvolvimento do mercado e o atendimento digno à população

Na semana passada coordenamos um workshop para a imprensa sobre Saúde Suplementar. De autoria da Fazio Consultoria e contando com três renomados palestrantes do setor, o evento apresentou um panorama do sistema de saúde brasileiro, desde a Constituição de 1891 até os dias atuais, traçando um paralelo entre o segmento púbico e privado.

Sem a pretensão de propor soluções para o modelo vigente de ambos os setores, o workshop procurou esclarecer à imprensa o conceito em operação pelo mercado e sua inviabilidade de resultados satisfatórios para a população que é atendida pelos serviços de saúde.

De um lado um Estado que deveria garantir – como diz a constituição – a todo cidadão o direito a saúde, mas que acabou por abrir margem para a formação de um segmento privado concorrente do qual, ele Estado, cobra ações que nem de longe seria capaz de suprir.

Do outro lado o segmento privado, formado por centenas de empresas – entre muitas despreparadas econômica e operacionalmente e que ficam refém de uma agência reguladora que não sabe a que “senhor” atender (governo, empresariado ou consumidor), impondo resoluções a granel sem, no entanto, ter capacidade de fiscalização e gerenciamento da crise gerada às empresas e à população cliente dos serviços.

Como bem colocado pelo consultor em saúde suplementar, Pedro Fazio, a sociedade segue discutindo carência, reajuste anual e por faixa etária, doença e lesão pré-existente e ressarcimento ao SUS, quando deveria questionar o porquê do sistema suplementar – com 41 milhões de usuários – investir o mesmo valor que o SUS; ou mesmo quem viabiliza os centros de excelência ou ainda como acontece a incorporação tecnológica. A quem interessa a concentração de mercado que se vê se diariamente e o porquê de o mercado não adotar o modelo de concessão de serviço público?

Ao ver a apresentação do especialista em atuária, Antonio Batalha, fica clara a viabilidade do modelo de gestão do mercado de seguros, que poderia facilmente ser praticado pelas empresas de medicina de grupo, operadoras e cooperativas. Mas o que parece básico, simplesmente não acontece e aí continuamos como cachorro correndo atrás do rabo, ou seja, debatendo normas operacionais.

 

Erika Baruco

Confira cartum do colega jornalista, Marcelo de Andrade, sobre a influência do meio publicitário no conteúdo das revistas semanais.

Semanal…

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