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São Paulo, 5 de fevereiro – AGENDA –– Entre os dias 22 e 25 de maio de 2013 será realizada, em São Paulo, a 20ª EDUCAR EDUCADOR, maior evento sobre educação da América Latina. Durante quatro dias, mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais debaterão diversos assuntos que envolvem a educação brasileira e mundial, tendo como tema central “Educação 3.0. A Escola do Futuro chegou?”. Ao todo, serão seis eventos pedagógicos, divididos em 10 auditórios para a realização simultânea de palestras, talk shows e mesas de debates, com mais de 100 atividades, e ainda a EDUCAR – Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Educação, com a exposição de centenas de empresas do segmento.

Os Congressos Internacionais estarão subdivididos em:

20º EDUCADOR – Congresso Internacional de Educação

10º AVALIAR – Congresso Internacional sobre Avaliação na Educação

9º EDUCADOR MANAGEMENT – Seminário Internacional de Gestão em Educação

8º INFÂNCIA&CIA – Congresso Internacional de Educação Infantil e Séries
Iniciais

3º EDUCATEC – Fórum Virtual Educa de Tecnologia e Inovação em Educação

2º PROFITEC – Congresso Internacional sobre Educação Profissional e Tecnológica

Para 2013, a Futuro Eventos, empresa organizadora e promotora de eventos
sediada em Curitiba (PR), alocará 1.500m² somente para empresas
estrangeiras, reunindo novidades de todos os continentes. Contará com a promoção da Worlddidac e com a chancela da Virtual Educa, importantes instituições
internacionais, consideradas como referência no segmento educacional.

A 20ª FEIRA EDUCAR terá área total de 27.000 m2. A expectativa é
de um público ainda maior que em 2012, quando trouxe para o pavilhão do Centro de Exposições Imigrantes (SP) mais de 12,5 mil pessoas. O evento reunirá educadores, gestores, secretários estaduais e municipais de educação, sindicatos, órgãos públicos,
organizações não governamentais, chefes de Estado e autoridades educacionais
do Brasil e de diversos países da América Latina, Europa e Ásia.

Em 2013, a Futuro Eventos comemora os 20 anos da Educar Educador. No entanto, seu crescimento anual médio de 20% traduz o investimento e a iniciativa da empresa curitibana desde 2009, quando obteve os direitos de organização e promoção dos Congressos e Feira Internacionais.

“Temos muitos desafios pela frente, entre eles contar com a presença do
Ministro da Educação do Brasil e firmar mais parcerias em prol da educação
brasileira em instâncias governamentais, visto a relevância que o tema tem
para o desenvolvimento do país e a visibilidade que já conquistou em nível internacional”, revela Marcos Melo, diretor da Futuro Eventos.

 

AGENDA:

CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO – 20ª EDUCAR EDUCADOR 2013

DATA: 22 A 25 DE MAIO

LOCAL: CENTRO DE EXPOSIÇÕES IMIGRANTES SÃO PAULO – SP

TEMA: “Educação 3.0. A Escola do Futuro chegou?”

SITE OFICIAL: http://www.futuroeventos.com.br/educar

PROGRAMAÇÃO OFICIAL: http://bit.ly/11cezTp

É preciso atenção com a postura no trabalho e ao dirigir

A medicina tem avançado bastante, mas a forma com que as pessoas exercem suas atividades do dia a dia, em soma ao equilíbrio físico e emocional, ainda é a melhor receita para evitar a dor nas costas – segunda causa mais frequente de procura por consulta médica.

 A região da coluna é o centro de equilíbrio do nosso corpo, afetando e sendo afetada em todos os movimentos que realizamos. Desta maneira, todas as atividades realizadas envolvem esta estrutura e devem receber atenção para evitar lesões, entorces e desencadeamento de crises dolorosas. Então, porque esperar para tratar complicações se podemos, antes, evitá-las? Compartilho algumas dicas que são de grande valia.

Carregar mochilas: Evite carregar mochilas mais pesadas em um só ombro. Carregue nos dois e se possível use aquelas que têm um cinto para fixação no corpo, na cintura. Desta forma você vai equilibrar o peso e manter o eixo da coluna ereto.

Malas: utilize as que possuem rodinhas e puxador rente à mão. Além de mais confortáveis, evitam o sobrepeso e a má postura.

Pacotes e sacolas: divida-os entre as duas mãos, evitando sobrecarga para apenas um lado do corpo.

Ao sentar-se: dê preferência para cadeiras de encosto reto (não reclinável), de forma que a coluna vertebral seja completa e confortavelmente apoiada. Os joelhos devem estar em 90º e os pés apoiados no chão.

Pegar um objeto do chão: abaixe dobrando os joelhos com as costas eretas e aproxime o objeto do corpo. Ao dobrar apenas a coluna corre-se o risco de lesão e dor.

No computador: mantendo as dicas para sentar, observe também o teclado, que deve estar na mesma altura dos cotovelos. Os braços devem permanecer apoiados na mesa. Para o monitor, indica-se a altura de 20º da linha de visão e distância de cerca de 40 cm dos olhos.

Telefone e celular: segure com a mão! Nunca apóie no ombro, para não forçar – e de forma errada – as estruturas do pescoço e coluna cervical.

Levantar da cama: lembre-se de que suas costas estavam em repouso enquanto você dormia. Desta forma, vire-se de lado e impulsione o corpo com as mãos, colocando as pernas para fora da cama. Aproveite este momento para espreguiçar e alongar todas as articulações.

Dirigir: procure manter a posição do banco o mais próxima do vertical, apoiando completamente toda a extensão da coluna. Os pedais devem ficar próximos e as mãos alcançar com segurança o volante, para que não seja preciso se inclinar para frente. Os cotovelos devem estar em um pouco dobrados (em flexão) e nunca totalmente esticados.

Para finalizar, não esqueça que os exercícios físicos são ótimos aliados da saúde, ajudando a fortalecer a coluna e evitando lesões. Alongue-se sempre que ficar por muito tempo em uma mesma posição e procure um médico em caso de dor.

 

FONTE: Portal Minha Vida

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Se o seu filho tem até cinco anos e ainda faz xixi na cama à noite, saiba que se trata de um acontecimento considerado normal pelos médicos e contornável de forma simples na maioria dos casos. “Antes dessa idade, o controle miccional da criança ainda não é completo. Ele ainda está amadurecendo. Por isso, é comum que isso aconteça”, afirma a nefrologista pediátrica Maria Cristina Andrade, uma das autoras do livro “Nefrologia para Pediatras” (Editora Atheneu).

Os dados comprovam: de 15% a 20% das crianças nessa faixa etária molham a cama, segundo a ICCS (International Children’s Continence Society), entidade americana voltada ao estudo do tema. No entanto, a taxa anual de cura espontânea para a enurese –termo científico usado para dar nome à perda involuntária de urina à noite– é de aproximadamente 14%. O controle dos esfíncteres (músculos anulares que servem para abrir e apertar ductos, canais ou aberturas do corpo), entre os quais os da bexiga, faz parte do aprendizado da criança, sendo um marco em seu desenvolvimento.

Se a condição persistir depois dos cinco anos, atenção: o ideal é procurar um especialista para investigar os motivos e descobrir se eles estão ligados a alguma questão fisiológica ou não. “Geralmente, a mãe não relata o problema no consultório porque tem vergonha. Acha que só o filho dela passa por aquilo”, diz o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do Blog do Pediatra. De acordo com Barros, os pais tendem a levar o filho ao médico só quando a enurese vira um problema social, ou seja, quando a própria criança se incomoda de não poder dormir na casa de um amigo e passar vergonha.

Causas e tratamentos
Mas o que leva a criança a urinar na cama sem perceber quando já foi descartada a existência de doenças relacionadas? “O fator genético é um dos pontos importantes”, declara Maria Cristina. “Se um dos pais teve o problema, o risco de a criança também apresentá-lo é de cerca de 45%. Se pai e mãe tiveram, o risco aumenta para 75%”.

Além da hereditariedade, o urologista pediátrico Lionel Leitzke, coordenador do Centro Interprofissional de Enurese e Distúrbios das Eliminações do Hospital Presidente Vargas, em Porto Alegre (RS), afirma que o problema tem três causas principais: dificuldade de acordar quando a bexiga está totalmente cheia, alta produção de urina à noite  –que acontece pela deficiência na produção de hormônio antidiurético durante o período do sono– e bexiga com capacidade reduzida de armazenamento. “Nesse último caso, é possível que a criança também tenha incontinência durante o dia”, diz o especialista.

Para as duas últimas situações há medicamentos específicos para tratamento. Já para a dificuldade em despertar, a chamada terapia do alarme é um dos recursos frequentemente indicados e é oferecida gratuitamente em cidades brasileiras como Porto Alegre (RS), São Paulo (SP) e Salvador (BA), lugares que contam com centros de atenção à disfunção.

De acordo com Leitzke, na terapia do alarme, um sensor –capaz de detectar a presença de líquido– é colocado próximo ao pênis do menino ou da uretra da menina na hora de dormir. Quando a criança urina, um alarme soa para acordá-la. “Ela deve, então, ir ao banheiro para terminar de fazer xixi”, explica o urologista.

O primeiro passo para um tratamento eficaz é procurar ajuda rapidamente e nunca punir a criança, afirma a nefrologista Maria Cristina. “A criança se sente culpada pela situação. Ela pensa ‘todo mundo consegue controlar o xixi, menos eu’”, fala Leitzke.

Estratégias para lidar com o xixi na cama:

– Não critique nem faça brincadeiras por seu filho urinar na cama. Também não o puna por isso;

– Beber muita água durante a manhã e à tarde é tão importante quanto não beber água perto da hora de dormir. Dê bastante líquido para o seu filho durante o dia.  De noite, ele estará bem hidratado, satisfeito e não precisará ingerir tanta água;

– Treine a criança para fazer xixi de duas em duas horas. Avise a escola que será preciso permitir que ela saia da classe periodicamente para ir ao banheiro;

– Aproximadamente três horas antes de dormir, evite alimentos e bebidas que estimulam a contração da bexiga, como café, refrigerante de cola, chocolate e leite;

– Mais importante do que acordar a criança várias vezes durante a noite para urinar, como sugerem alguns tratamentos, é deixar que ela tenha consciência do que acontece quando ela urina na cama. Ela vai acordar toda molhada, terá de ir ao banheiro para terminar de fazer xixi, trocar de roupa, ajudar a trocar a roupa de cama e, então, voltar a dormir.

– Evite levar seu filho para dormir com você depois que ele fizer xixi na cama, pois isso pode funcionar como uma recompensa e acabar por condicioná-lo da forma errada. Ele entenderá que toda vez que fizer xixi na cama poderá ir para a sua.

A motivação de toda a família é essencial para o sucesso de qualquer tratamento de enurese. “O envolvimento dos pais é tão importante quanto o empenho da criança. Respeite seu filho, converse abertamente com ele sobre o problema, comemore as conquistas na evolução, quando ele consegue ficar seco durante toda a noite, e tenha paciência, pois todo aprendizado leva tempo”, afirma Sylvio Renan Monteiro de Barros.

*Colaborou Fernanda Alteff

FONTE: UOL

Essas doenças do coração, muitas vezes, não apresentam sintomas claros.
Acompanhamento médico é essencial no tratamento e também prevenção.

 

Não há limite de idade e restrição de gênero para doenças do coração, como sopro e arritmia. Elas podem atingir qualquer pessoa e, na maioria das vezes, não apresentam sintomas claros, por isso o acompanhamento médico é essencial para identificar os sinais de alerta.

Além disso, saber o histórico de doenças da família também ajuda no diagnóstico precoce, que evita que essas doenças evoluam para complicações maiores, como explicaram a cardiologista Denise Hachul e a pediatra Ana Escobar no Bem Estar desta segunda-feira (12).

O sopro, por exemplo, pode provocar nenhum sintoma ou falta de ar, desmaios e inchaço nas pernas e na barriga. A doença acontece quando há disfunção das válvulas do coração, que causa um ruído mais abafado. A pessoa pode nascer com o problema ou adquiri-lo ao longo da vida por causa de doenças como febre reumática, rompimento dos pilares que prendem as válvulas do coração ou até mesmo por causa do envelhecimento.

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Algumas crianças, no entanto, podem desenvolver sopros que desaparecem conforme elas crescem, como explicou a pediatra Ana Escobar.

Em alguns casos, os sopros são provocados por defeitos congênitos da formação das válvulas do coração ou pela falta de fechamento de orifícios do músculo cardíaco. Essas más formações podem ser corrigidas com cirurgia, como se fosse uma plástica do coração para corrigir os defeitos.

O diagnóstico é feito com o estetoscópio na visita ao médico, por isso a importância de ter sempre o acompanhamento. O tratamento depende da causa, gravidade e consequências da doença no coração e pulmão. Como no caso das crianças, as válvulas podem ser corrigidas com cirurgia ou substituídas por válvulas artificiais; já os orifícios podem ser fechados também com cirurgia ou pela colocação de “tampões” por meio de cateteres.

Já a arritmia altera a frequência do coração; podem ocorrer acelerações, desacelerações ou descompassos nos batimentos cardíacos.

Como no caso do sopro, qualquer pessoa pode ter arritmia, desde crianças a idosos. Entre os sintomas, estão palpitações, fraqueza, intolerância a exercícios físicos, falta de ar, tontura, desmaios e, em casos extremos, pode causar parada cardíaca e, consequentemente, morte súbita.

Mais de 80% das mortes súbitas são causadas por taquicardia, quando o ritmo do coração fica acelerado. Segundo a cardiologista Denise Hachul, casos de arritmia decorrentes de exagero no esporte são muito comuns. Normalmente, são arritmias ventriculares que, por causa da prática de esportes, são mascaradas e podem levar o atleta à morte súbita. Se a pessoa descobrir a doença, pode tratar treinando da maneira correta e pode até continuar a praticar esportes.

Para perceber irregularidades nos batimentos, nesse caso, a pessoa pode medir o próprio batimento após fazer exercícios físicos. Ou o diagnóstico pode ser feito por causa de queixas de palpitações ou desmaios. No exame clínico, o médico consegue perceber as alterações no ritmo do coração, que são confirmadas pelo eletrocardiograma.

Alguns tipos de arritmia têm cura total e outros têm apenas controle, feito com o tratamento adequado. A doença pode ser tratada com medicamentos, condicionamento físico ou cauterização dos focos por cateteres.

Embolia pulmonar
Morreu na noite deste domingo (11), de embolia pulmonar, o ator e diretor Marcos Paulo. Ele estava em casa, no Rio, e tinha 61 anos de idade. No Bem Estar desta segunda-feira (12), a pediatra Ana Escobar explicou isso acontece quando há obstrução das artérias dos pulmões por coágulos.

Esses coágulos geralmente começam a aparecer nas pernas, por isso a importância de evitar fica na mesma posição por muito tempo. Além disso, cirurgias extensas, traumas, anticoncepcionas, obesidade, tabagismo e insuficiência cardíaca são alguns dos fatores de risco para a doença.

Em agosto do ano passado, o ator e diretor passou por cirurgia para remover um tumor no esôfago. Ele havia sido diagnosticado com câncer em maio de 2011. Segundo a pediatra Ana Escobar, o uso de remédios para o tratamento de câncer pode aumentar o risco de embolia pulmonar.

O corpo do ator e diretor será cremado na tarde desta segunda-feira (12) em uma cerimônia restrita à família, no Rio de Janeiro.

FONTE: Bem Estar (Globo)

Pesquisador português, que participa nesta semana de congresso em São Paulo, fala da importância da avaliação de docentes para a qualidade do ensino

 

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Alexandre Ventura: ‘A avaliação precisa ter como foco o desenvolvimento do professor’

Diversos estudos comprovam que um bom professor é a variável mais importante na melhoria do desempenho dos estudantes. Avaliar os docentes deveria, portanto, ser prioridade para governos e gestores. No Brasil, contudo, um sistema efetivo de avaliação ainda engatinha e uma prova nacional de seleção de professores, anunciada em 2009, nem sequer saiu do papel. Uma das maiores barreiras à criação de tal sistema de qualidade são justamente os professores. “As pessoas não gostam de ser avaliadas. Nós, por natureza, gostamos de avaliar os outros, mas quando somos o objeto dessa avaliação reagimos mal e resistimos”, diz Alexandre Ventura, pesquisador português responsável pela implementação do sistema de avaliação de docentes em Portugal. Ventura, que está no Brasil para participar do maior evento de educação da América Latina, o Educar/Educador, que será aberto nesta quarta-feira, em São Paulo, concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA.

Existe resistência por parte dos docentes a avaliações? As resistências dos professores a sua avaliação não são muito diferentes da resistência de outros profissionais. As pessoas não gostam de ser avaliadas. Nós, por natureza, gostamos de avaliar os outros, mas quando somos o objeto dessa avaliação reagimos mal e resistimos. Procuramos frear essa tentativa de controle que é a avaliação. Também não costumamos ter muita confiança no resultado dessas avaliações. Temos medo das consequências: hierarquização, redução da remuneração ou demissão. Não acreditamos que os resultados correspondam àquilo que desejamos. Todos nós temos uma autoimagem e ela geralmente é positiva. Então, de forma ostensiva ou dissumulada, as pessoas reagem às avaliações. Na teoria, todos são favoráveis a avaliar, mas quando ela se concretiza – ou tem chances de se contretizar –, existe uma reação contrária. Quando falamos de organizações sindicais, as coisas se potencializam.

É muito difícil avaliar o professor? Sim. Estamos falando da atuação de um profissional extremamente complexo, que precisa ter domínio científico do conteúdo que leciona, deter ferramentas pedagógicas para transmitir esse conhecimento e ainda manter um bom relacionamento com os estudantes. As pesquisas ao longo dos últimos 40 anos nos mostram que medir tudo isso em uma avaliação é trabalhoso e delicado. É preciso tempo, dinheiro e planejamento para levar a cabo uma análise competente.

A corrente que defende a avaliação dos docentes é recente? Esse é um assunto que vem sendo discutido há muito tempo, principalmente nos Estados Unidos. Essa corrente nasce quando pesquisas mostram que o professor é a variável mais significativa no sucesso ou insucesso dos alunos. Há pelos três décadas, sabe-se que um professor bom ou muito bom influencia de forma significativa o aprendizado. A partir daí, compreende-se que a avaliação do professor é de extrema importância. Com a globalização e a circulação mais rápida de conhecimento, essa ideia se espalha com mais rapidez. As avaliações internacionais praticadas nos últimos anos também contribuíram para a disseminação da ideia de que é preciso avaliar o professor. Nenhum país gosta de ficar mal na fotografia e muitos perceberam que investir no professor é a chave para o progresso.

Como são feitas as avaliações ao redor do mundo? Ainda existe uma heterogeneidade entre os modelos. Na França, a avaliação é feita pela equipe pedagógica da escola. Na Inglaterra, o responsável é o diretor da escola, e avaliadores externos também são treinados para a avaliação. Em Portugual, são os próprios professores que avaliam uns aos outros. Não existe um consenso sobre qual modelo funciona melhor. Eu diria que um modelo bastante eficaz seria o que misturasse avaliadores externos e internos. Mas trata-se de uma alternativa onerosa e pouco utilizada.

Como desenvolver uma avaliação eficaz? O aspecto essencial é que ela seja justa e eficaz. É preciso transparência nos objetivos para que isso desperte confiança por parte dos professores. É preciso também que ela não se baseie em um único aspecto do desempenho do professor. Isso costuma ser tentador para muitas escolas: avaliar apenas o plano de aula dos docentes ou apenas a maneira como eles se portam na sala de aula. Isso só não basta. Por outro lado, corre-se o risco de avaliar muitas coisas e, ao final das contas, não se avaliar nada. É preciso ter a medida certa ou o caldo desanda. Por fim, é preciso treinar bem os avaliadores, sejam eles agentes externos ou internos da escola.

O que fazer com os resultados dessas avaliações? Em primeiro lugar, só faz sentido levar a cabo a avaliação de desempenho dos professores se ela vier para enriquecer a prática docente e, consequentemente, a educação. Fazer da avaliação um fim em si mesma é prejudicial. Neste caso, é melhor não ter avaliação alguma. O objetivo essencial é encorajar a melhoria de professores e escolas. Aqueles que são bons, precisam ser ainda melhores; aqueles que estão aquém do desejado, precisam encontrar suporte para melhorar suas práticas. Em última instância, defendo o afastamento de alguns profissionais que, por uma série de fatores, não podem ser professores. Insistir em ter essas pessoas na sala de aula é prejudicar o desenvolvimento do país.

Uma prática comum nas escolas é a autoavaliação. Ela é eficaz? A autoavaliação é indispensável. Fazer com que escolas e professores se olhem no espelho e reflitam sobre suas práticas é um ótimo exercício. Ela ajuda também a desenvolver uma cultura de avaliação, e isso ajuda na hora da realização de uma avaliação externa. Isso não quer dizer, porém, que apenas a autoavaliação baste.

É possível afirmar que se os estudantes de um país vão mal em avaliações nacionais ou internacionais seus professores são ruins? É extremamente perigoso estabelecer uma relação direta entre o resultado dos alunos e a qualidade dos professores. A competência dos docentes certamente é um fator que propicia um melhor aprendizado, mas ele precisa estar orquestrado com outras variáveis. Não é possível reduzir o sucesso ou insucesso de um sistema a apenas um fator de uma engrenagem bastante complexa.

FONTE: Veja

Projetos incluem inovações nas áreas de sustentabilidade, luxo e arquitetura

Prédios empresariais imponentes não são novidade em São Paulo, mas alguns empreendimentos estão levando essa faceta da cidade a um novo patamar. Principalmente nos eixos da Av. Faria Lima e da Marginal Pinheiros, onde – respectivamente – a liberação de licenças para a abertura do Pátio Victor Malzoni e o anúncio da construção do Parque da Cidade ganharam destaque nos últimos dias. Eles se juntam a edifícios como o Infinity, o JK Iguatemi, o Rochaverá e outros que formarão a linha de frente das fachadas espelhadas da metrópole.

Conheça, abaixo, os detalhes de alguns desses megaprédios.

– Parque da Cidade

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Projeto da Odebrecht terá cinco torres empresariais, duas residenciais, um comercial, um hotel e um shopping

“A gente podia, mas não quis fazer o maior prédio de São Paulo”, diz Saulo Nunes, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações. Isso porque o terreno de 80 mil m2 na Av. das Nações Unidas (a Marginal Pinheiros) onde será erguido o Parque da Cidade, apontado como mais ambicioso projeto arquitetônico do País, era como uma enorme folha em branco na qual seria possível desenhar qualquer coisa. “Em vez de tentar ser ostensivo, o foco foi ousar em sustentabilidade”, afirma.

O projeto não escapou de ser um gigante. Terá cinco torres empresariais (com diferentes alturas, projeto da Aflalo&Gasperini), duas residenciais, uma de salas comerciais, um hotel e um shopping. No total, serão 595 mil m2 de área construída, quase 85 campos de futebol do tamanho do Pacaembu (SP). Mas o Parque da Cidade contará, sim, com novidades “verdes” inéditas na América Latina.

Itens como estação de tratamento de água, feiras orgânicas, ciclovia e um sistema de coleta a vácuo de lixo reciclável (os sacos viajam por dutos a 70 km/h) incluíram o empreendimento no Climate+, grupo de 18 projetos no mundo que se preocupam com sustentabilidade. Segundo os responsáveis, isso não deixará os prédios caros demais para os futuros proprietários. “Até tínhamos esse receio, mas fizemos uma simulação e o condomínio ficará entre 5% e 10% abaixo da média para empreendimentos desse padrão”, diz Nunes.

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Paisagismo funcional do Parque da Cidade, que terá tetos verdes, feiras orgânicas e tratamento de água

As inovações ecológicas devem também gerar economias. Os mictórios e pias a vácuo nos cinco prédios corporativos, por exemplo, resultariam em R$ 1,8 milhões a menos na conta anual de água. Com sistemas inteligentes de iluminação, a meta de redução no gasto de energia é de 36%.

O projeto terá 22 mil m2 de área verde e 62 mil m2 abertos à circulação pública – os muros serão colocados apenas nos blocos residenciais. As salas comerciais e a primeira torre empresarial começam a ser vendidas em setembro. Os blocos residenciais serão lançados em 2016. O hotel já foi vendido, para o grupo pernambucano Cornélio Brennand. O Parque da Cidade completo, com todas as torres, ficará pronto em 2020.

O custo da construção irá passar de R$ 1 bilhão, num terreno que custou R$ 290 milhões – foi comprado da Monark, em 21 de agosto de 2010, numa tarde que teve champanhes estouradas no escritório da Odebrecht. “A gente sabia que teria uma pérola nas mãos”, diz Nunes. A companhia calcula que o valor global de vendas será da ordem de R$ 4 bilhões.

– Pátio Victor Malzoni

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O vão livre do Pátio Malzoni, endereço comercial mais caro de São Paulo: estacionamento para helicópteros

O terreno de 34 mil m2 na Av. Faria Lima (entre as ruas Horácio Lafer e Aspásia) foi vendido pela Brookfield aos incorporadores por pouco mais de R$ 600 milhões em 2011, na maior transação do tipo registrada na cidade, tanto no valor total quanto no preço do metro quadrado, que passou de R$ 17.600. Hoje, o Pátio Victor Malzoni é o endereço comercial mais caro da metrópole. E o empreendimento ainda tem mais um recorde: possui a maior laje do Brasil, com 5 mil m2.

Há quatro meses, a obra ficou pronta. São duas torres de 19 andares e, no meio, outra com 11 pavimentos. No total, o prédio tem 70 mil m2 de área construída, onde irá abrigar empresas como o Google, o Banco da China e o brasileiro BTG. Na semana passada, o empreendimento conseguiu a licença da Secretaria Municipal de Transportes e o “Habite-se” deve sair nos próximos dias.

Outro provável recorde do Malzoni diz respeito à imensa área de vidro da fachada – um material que, vale dizer, reina absoluto entre os novos megaprédios da cidade. São 34 mil m2 de vidros negros de alto desempenho, que custam entre R$ 160 e R$ 220 o metro quadrado. O material deixa passar apenas a quantidade ideal de luz e calor, entre 30% e 35% do incidido. “Não sei de nenhum outro que tenha usado uma área tão grande de vidro”, diz Claudia Mitne, gerente de marketing e arquiteta da GlassecViracon, fornecedora do material.

O prédio terá estacionamento para helicópteros e área de alimentação com restaurante do grupo Fasano, voltado ao altíssimo padrão. Também chama a atenção o imenso vão livre, com vidros suspensos 30 metros acima do gramado da entrada. Quem olha para esse “teto” espelhado vê refletido lá no alto outro detalhe: a Casa Bandeirista, do século 18, tombada pelos órgãos responsáveis e agora vizinha de uma moderníssima construção.

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O famoso “formato de vela inflada” serviu também para ampliar os andares altos, com aluguéis mais caros

Inaugurado no início do ano, o Infinity ficou conhecido como “aquele prédio espelhado que lembra uma vela de barco”. A verdade é que a bela estrutura do edifício, onde funcionam firmas como os bancos Goldman Sachs e Credit Suisse, ganhou esse formato menos por conceito estético e mais por exigência mercadológica.

“Como ficava na região da Faria Lima, mas não na própria avenida, os clientes queriam um desenho que fizesse o prédio ser notado visualmente”, diz o arquiteto Takuji Nakashima, coordenador do projeto na Aflalo&Gasperini, escritório responsável pela execução da obra. “Além disso, os andares de cima são mais caros, então eles pediram que fossem maiores que os pisos inferiores, para o edifício ser mais rentável”.

Dadas as exigências, a aparência de uma vela inflada se tornou uma solução estética interessante. Uma vez percebido isso, os responsáveis “embarcaram” na ideia e fizeram o lobby do térreo todo de madeira, que pode ser lido como um grande casco de barco. E a área acabou envolta por um enorme espelho d’água.

O Infinity é pré-certificado na categoria “ouro” do selo ambiental LEED, o que significa que o prédio cumpre uma série de exigências de sustentabilidade. Entre elas estão a recuperação de água da chuva, o uso de sistemas inteligentes de iluminação e os vidros de alto desempenho, que evitam a passagem do calor. “O ar-condicionado costuma ser o grande vilão no consumo de energia elétrica nesses edifícios”, diz Nakashima.

– JK Iguatemi

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A segunda torre fica sobre o Shopping JK Iguatemi, que conta com grifes exclusivas no Brasil e cinema 4D

Os funcionários do Santander têm pelo menos dois motivos para se alegrar com o local onde trabalham. Primeiro, a moderna sede do banco (uma parte do prédio aparece no canto direito da foto acima), na Av. das Nações Unidas, fica em frente ao Parque do Povo, uma das mais bem cuidadas áreas verdes da cidade. Além disso, a segunda torre do condomínio acaba de ser inaugurada – e, abaixo dela, também abriu as portas o Shopping JK Iguatemi.

O JK é o mais novo endereço de alto consumo em São Paulo. O local conta com dezenas de grifes de luxo, algumas exclusivas no Brasil, quase todas com nomes de peso como Daslu, Prada, Ermenegildo Zegna e Sephora. Além disso, tem de um cinema 4D – que transmite “sensações”, como tremidas na cadeira e sprays de umidade – e obras nos corredores de artistas como Jeppe Hein, Marine Hugonnier, Rirkrit Tiravanija e Marepe.

– Rochaverá

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Volumes irregulares dos blocos dão uniformidade ao projeto do condomínio, segundo os arquitetos

As primeiras torres do Rochaverá foram entregues há três anos, mas o projeto completo só ficará pronto em alguns meses, quando será concluído o quarto bloco. O condomínio, na Av. Nações Unidas, é um frequentador das listas de IPTUs mais caros da cidade e chama a atenção pelo desenho irregular dos prédios, mais largos em cima do que na base.

“Quando temos a oportunidade de fazer um conjunto de prédios, buscamos algo que dê unidade entre as torres, para as pessoas entenderem que tudo faz parte do mesmo condomínio”, diz Nakashima, da Aflalo&Gasperini, também responsável por essa obra. “No caso do Rochaverá, essa unidade foi conseguida principalmente através do volume dos blocos”.

Além disso, assim como no caso do Infinity (acima), também pesou o fato de que os andares altos são os mais caros, ou seja, o projeto tornava o empreendimento mais rentável.

O Rochaverá, cujo projeto inclui duas praças, foi um dos primeiros condomínios empresariais de alto padrão do Brasil a apostar na ideia de “green building”. Foi pioneiro ao conseguir a certificação na categoria “ouro” do padrão LEED, também pretendida pelo futuro vizinho, o Parque da Cidade (no alto), que ficará algumas centenas de metros à frente na mesma Av. das Nações Unidas.

FONTE: iG

Especialista alerta para os problemas causados pelos fones de ouvido. Volume alto e tempo de uso são os principais problemas relacionados com os problemas de audição, em especial a perda auditiva.

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A popularização dos MP3 players e celulares com a opção de rádio e música modificou uma série de hábitos entre a população brasileira. Os fones tornaram-se mais comuns em meio aos adolescentes, mas os mais velhos também aderiram ao acessório. Tornou-se cada vez mais comum encontrar pessoas com fones de ouvido nos mais variados ambientes, desde o transporte público, filas, parques, lanchonetes, restaurantes, enfim, praticamente todo lugar, incluindo nas calçadas onde um sem número de pessoas andam para lá e para cá alheios ao mundo.

Nada contra o assessório, nem quanto a ouvir música, afinal quem não gosta de ter uma trilha sonora no dia a dia. O que surpreende é o volume com que algumas pessoas ouvem suas canções preferidas. Esse volume exagerado, associado ao tempo de exposição aos ruídos (todo som contínuo é considerado, tecnicamente, um ruído) e ao tipo de fone de ouvido – os mais populares são aqueles encaixados dentro do canal auditivo, vulgo ouvido – podem causar diversos problemas para a audição. O pior deles é a total perda dessa audição. Quem gosta de música alta pode, no final das contas, estar com os dias contados para ouví-las.

Tecidos auditivos

“A música e sons altos próximos ao tímpano são uma agressão muito séria às chamadas células ciliadas, aquelas responsáveis por levar a informação sonora para o cérebro. Esse tipo de agressão danifica essas células e com o tempo essas fissuras e machucados podem diminuir a audição até chegar a sua perda completa. E como ainda não há tratamento para esse tipo de problema – não é possível reconstruir esses ‘tecidos auditivos’ – a pessoa pode passar anos sofrendo com os problemas relacionados com essa perda auditiva”, explica Elisabetta Radini, fonoaudióoga e coordenadora do Departamento de Audição da Oto-Sonic, empresa especializada em próteses auditivas.

E a perda de audição não é somente surdez completa. O zumbido crônico é um problema cada vez mais comum e interfere no padrão de sono, na concentração e, consequentemente, na qualidade de vida. Além disso, durante o processo de perda de audição, a comunicação vai sendo comprometida já que o indivíduo que usa fones em volumes muito altos começa a confundir frases e passa a não entender o que os outros falam. Com isso ela passa também a falar mais alto, se destacando (negativamente) em determinados ambientes.

“E os problemas atingem principalmente jovens, uma população economicamente ativa que muitas vezes está procurando um espaço no mercado de trabalho. Comprometer a comunicação é sinônimo de piores notas acadêmicas e até mesmo a perda de vagas para outra pessoa que se comunique melhor – fale em um tom moderado – e responda melhor às indicações das tarefas a serem realizadas no âmbito profissional”, indica Elisabetta.

Na altura que os jovens ouvem música, o ideal seria ficar com os fones no máximo por 15 minutos

Para se ter uma ideia dos níveis de ruídos que enfrentamos no dia a dia, uma conversa normal gera ruídos em torno dos 60 a 70 dB (decibéis). Uma discussão acalorada chega aos 80 dB. Trabalhadores em indústrias podem, por lei, executar suas tarefas em locais com até 85 decibéis. A partir desse volume o tempo de trabalho cai pela metade a cada 5 dB adicionados a esse valor. Ou seja, se um local de trabalho tiver ruídos constantes de mais de 90 dB, os trabalhadores podem ficar nesse tipo de ambiente no máximo 4 horas, com 95 dB isso cai para 2 horas e assim por diante.

“Pesquisas já demonstraram que os jovens – especialmente quando querem ‘mascarar’ os sons externos – chegam a ouvir música com volumes entre 105 e 110 dB. Se fossemos seguir as mesmas recomendações das Leis Trabalhistas, para esse nível de volume seria aconselhado apenas 15 minutos de exposição”, alerta Elisabetta.

Calo no ouvido? Não, surdez mesmo

Fabricantes de equipamentos eletrônicos como a Apple tentaram, em vão, sugerir aos seus usuários que utilizassem um limitador de volume em seus dispositivos (é uma opção disponível no iOS até hoje). Mas como, indica a especialista, a maioria das pessoas tenta mascarar o som externo aumentando o volume de seus aparelhos. E o volume aumenta cada vez mais já que, perceptualmente, o ouvido se acostuma com o volume.

Mas não se engane: o ouvido não “cria calo”. Se a percepção é de que é necessário aumentar a música para ouvir melhor (afinal aquele riff de guitarra é uma obra de arte do rock’n’roll), fisicamente o que está acontecento é que seu ouvido (ou melhor as células ciliadas) estão chegando à exaustão. O próximo passo são as fissuras, micromachucados que quando cicatrizam não são mais sensíveis às informações sonoras.

“Seria necessário uma ampla campanha de conscientização dos riscos desse hábito de ouvir os sons altos no fone de ouvido. Fones externos – ao contrário dos intra-auriculares -, por exemplo, são menos agressivos e só essa mudança poderia resultar em menos problemas. Mesmo assim seria interessante controlar o volume máximo e controlar o tempo que se ouve esses ruídos. Uma pequena pausa a cada 6 ou 7 faixas de música ouvida também seria bom para a saúde auditiva”, sugere a especialista.

Memória e aprendizado comprometidos

Além dos problemas auditivos citados por Elisabetta, uma pesquisa argentina publicada no periódico Brain Research, indica que o som alto também pode causar problemas neuronais. Segundo os pesquisadores, que observaram modelos animais em ambientes com ruído constante (em torno dos 90 e 97 dB) foram identificadas anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem. Os modelos animais escolhidos eram biologicamente equivalentes a crianças entre 9 e 12 anos, o que não quer dizer que fora dessa faixa de idade os ruídos são menos danosos.

Já era sabido que a exposição ao som alto pode causar deficiência auditiva, cardiovascular e do sistema endócrino (além de stress e irritabilidade), mas os autores afirmaram – em entrevista à BBC, reproduzida pelo jornal O Estado de São Paulo – que é a primeira vez que tais alterações morfológicas são detectadas no cérebro.

“Pode-se supor a partir dessa descoberta que os níveis de ruído a que as crianças são expostas nas ‘baladas’ ou ouvir música alta com fones de ouvido podem levar a déficits de memória e cuidados de longa duração”, disse Maria Zorrilla Zubilete, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires (UBA).

FONTE: O que eu tenho?